logotipo da rede azul


1PALMELA

  • Data de início de funcionamento interno

    Bibliotecas Municipais de Palmela e Pinhal Novo – 5 de maio de 2020
    Disponibilizado serviço de empréstimo domiciliário por marcação e oferta de livros «Livros procuram companhia».

  • Organização dos espaços da biblioteca

    Colocação de acrílicos apenas nos balcões da entrada;
    Definição de circuitos internos com marcação no chão;
    Adoção de nova disposição do mobiliário e recursos, nomeadamente os computadores, de modo a potenciar o máximo uso tendo em conta as regras existentes para o número máximo de pessoas e o distanciamento físico.

  • Definição de equipas

    O trabalho é retomado nos moldes anteriormente em funcionamento;
    Regresso de todos os funcionários;
    Organização diária de duas equipas, que funcionam por turnos.

  • Distribuição de tarefas

    Vigilante
    Apoia a gestão do número de pessoas no interior e exterior;
    Encaminha para o Balcão de Entrada.

    Balcão de entrada
    O funcionário recebe utilizadores;
    Confere as condições de entrada, nomeadamente o uso de máscara e desinfeção das mãos; Preenche o formulário com indicação da hora e distribui dístico;
    Encaminha utilizadores para as salas e/ou locais de consulta;
    Realiza os serviços de empréstimo domiciliário e cartão de leitor;
    Realiza monitorização do número de pessoas existentes em cada espaço.

    Funcionário de cada sala
    Efetua levantamento dos documentos nas estantes;
    Recebe documentos e encaminha para quarentena;
    Verifica as distâncias de segurança;
    Gere o uso dos computadores e outros equipamentos;
    Responsável pela higienização dos espaços e recursos, entre cada utilização.

  • Data de abertura ao público

    Bibliotecas Municipais de Palmela, Pinhal Novo e Polo de Marateca – 02 de junho de 2020.

  • Horário definido

    Bibliotecas de Palmela e Pinhal Novo
    Das 10:00h às 19:00h
    Sábados das 14:00h às 19:00h
    Polo de Marateca
    Das 14:00h às 19:00h de 3ª a sábado

  • Serviços disponibilizados

    Empréstimo domiciliário;
    Emissão de cartão de utilizador;
    Consulta local de livros, periódicos e recursos audiovisuais;
    Uso de computadores e internet;
    Impressões.

  • Procedimentos no empréstimo domiciliário

    Orientação do utilizador para que a primeira opção sejam as reservas online, os pedidos por email e/ou telefone.
    O levantamento dos pedidos realizados por via de agendamento é feito no Balcão de Entrada;
    Os utilizadores podem solicitar também empréstimos diretamente nos balcões de entrada, sendo este pedido remetido ao técnico que está na sala, que o entregará no balcão;
    Os utilizadores que estejam nas salas deverão pedir ao técnico da sala o que pretendem;
    As devoluções são realizadas no balcão de entrada.

  • Procedimentos na consulta local

    Os recursos existentes nas estantes são manuseados apenas pelos técnicos das salas, sendo exceção os periódicos pela sua natureza.

  • Materiais informativos e com regras, disponibilizados ao público

    Informação disponibilizada em cartaz e flyers.

    palmela

  • Controlo de entradas das pessoas

    Efetuado à entrada.

  • Permanência nos espaços

    Consulta local – 2 horas nas salas;
    Uso de computadores – 1 hora para consulta.

    Os tempos indicados podem prolongar-se caso não existam outros utilizadores à espera.

  • Regras de higienização dos espaços e materiais

    Realiza-se a desinfeção entre cada utilização com líquido desinfetante;
    Realiza-se a desinfeção no período da hora de almoço pelas funcionárias do serviço de limpeza;
    Realiza-se a desinfeção após o encerramento da Biblioteca.

  • Regras de higienização dos trabalhadores

    Uso obrigatório de máscara nos espaços públicos;
    Higienização frequente das mãos e do espaço de trabalho;
    Assegurar o distanciamento normalizado, 2 m.

  • Quarentena dos documentos

    Livros e periódicos ficam em quarentena por um período de 72 horas sendo colocados em recipientes de cartão com identificação da data de início e fim da quarentena, ficando depositados em local próprio;
    Os audiovisuais são desinfetados no ato de devolução;
    Não se misturam em quarentena diferentes tipos de materiais.

  • Data de reavaliação das condições de trabalho para reavaliação dos serviços a disponibilizar

    Em função do desenvolvimento da Pandemia em território nacional e das orientações da DGS.

  • Testemunhos face à readaptação a esta nova realidade

    Responder a desafios é algo que manifestamente faz parte da história das bibliotecas.
    Mais recentemente a evolução de suportes, a digital, o mundo web, as orientações das políticas públicas, condições e condicionalismos, que de diferentes formas e em diferentes períodos e contextos, as colocam à prova.
    Aos desafios respondem sempre com uma verdadeira capacidade de adaptação e reinvenção.
    Agora, enfrenta-se conjuntamente com o mundo, o desafio de uma pandemia.
    Esta, que pelas suas características impõe por razões de saúde pública, diferentes e limitadoras formas de contacto social no estabelecimento da relação entre pessoas e entre pessoas e objectos. Por outro lado, indutora de uma grave crise económica e social, em que se antevê o aprofundar do fosso das desigualdades.
    Agindo de acordo com aquela que é a nossa natureza – locais da democratização no acesso à informação, cultura, lazer e a recursos, respondemos a este novo desafio.
    Respeitando condições de segurança, de saúde pública, adaptamos espaços e horários de funcionamento, adequamos formas para a prestação dos serviços tradicionais, investimos na prestação de serviços online, vamos onde estão os utilizadores que não podem vir ter até nós.
    Uma readaptação no modelo de funcionamento que não perde de vista, antes vem reforçar, a sua função no combate à iliteracia, ao desemprego, na promoção de actividades de formação e lazer, no fomento da literacia digital, estimulando competências sociais e afectivas, estas decisivas no seu papel de agregador social.
    A biblioteca a cumprir aquele que é o seu papel na sociedade.
    Contudo, a situação em que é possível esta reabertura é estranha, com muitas incertezas e certamente constrangedora para a maior parte dos bibliotecários.
    Mesmo sabendo ser necessária, por questões de saúde pública, como ficar alheio ao sentimento de ter que se limitar o acesso, num serviço cujo acesso livre e autónomo são pilares fundamentais.
    Somos forçados ao penoso exercício de contabilizar metros quadrados e distâncias, do qual resulta um condicionamento. Há que encontrar um permanente equilíbrio entre o que é permitido, o que não é e do como se pode fazer.
    E se se considera ser esta uma árdua tarefa para os técnicos aos quais compete decidir e organizar, não pode ser esquecido o papel fundamental de quem no seu dia-a-dia, terá de fazer cumprir o que foi definido. O seu papel junto e com o utilizador é crucial e será essa relação que se impõe agora mais próxima (não fisicamente) mas de apoio, para a compreensão e motivação que se efetivará na verdadeira readaptação das bibliotecas.
    E estamos a perspectivar o futuro, ou limitamo-nos a dar uma resposta ao imediato? Reforçaremos e daremos continuidade aos serviços com recurso aos meios digitais, educando os nossos utilizadores para ser esta via a “normal”, funcionando em paralelo com a prestação de serviços presenciais ou, com o passar do tempo, irão cair no esquecimento?
    Como poderá, ou melhor, deverá a biblioteca responder à grave crise económica? Não pretendendo substituir-se às entidades de apoio social como se irá relacionar / colaborar com elas? Será o momento para rever taxas aplicadas aos serviços e preçários?
    Poderá continuar a experiência do teletrabalho, contribuindo para a redução da pegada ecológica?
    Se é verdade que a reabertura das bibliotecas é pensada para um momento, e que todos sabemos que está sujeita a alterações é também o momento que não se deverá deixar escapar para definir o que pretendemos vir a ser.

 

logo visita